
Dentre algumas das manchetes de hoje, temos a ingratidão de Jennifer Aniston na Folha da Tarde do Correio do Povo, e os 150 anos de Freud, fundador da psicanálise. Já os assuntos de grupo foram os mais variados: feira de ciências, a inteligência do poeta Mário Quintana, e também teve alguma coisa sobre o nosso trabalho do Quintana -- esse que era o motivo principal do encontro
Pois é, mais uma vez concluímos algo que já não é tão novo assim: juntos para fazer trabalho não presta. É incrível como a gente não consegue parar e fazer o que devíamos, ficamos conversando, e conversando, e lembrando, e rindo. Mesmo que a gente não faça nada hoje à noite (provavelmente não vamos mesmo), um encontro "escolar" já valeu pra uma reunião de final de semana.
Como tinha falado antes da Jennifer Aniston, a ex do Brad Pitt, elá está cuspindo no prato que comeu ao recusar um convite dos produtores de Friends para a gravação de um especial. Sinceramente, quem seria Jennifer Aniston se não fosse a Rachel? Não seria NADA.
Mas temos coisas muito mais interessantes para falar num 6 de maio! Os 150 anos de Freud. Vamos a uma pequena biografia do cara da foto:
Sigmund Freud (Freiberg, 6 de maio de 1856 — Londres, 23 de setembro de 1939) foi um neurologista austríaco e fundador da Psicanálise. Ele se interessou, inicialmente, pela histeria e, tendo como método a hipnose, estudou pessoas que apresentavam esse quadro. Mais tarde, com interesses pelo inconsciente, pulsões, entre outros, foi influenciado por Charcot e Leibniz abandonando a hipnose em favor da associação livre. Estes elementos tornaram-se bases da Psicanálise. Freud, além de ter sido um grande cientista e escritor, possui o título, assim como Darwin e Copérnico, de ter realizado uma revolução no âmbito humano: a idéia de que somos movidos pelo inconsciente.
Freud, suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam muito debatidos hoje. Suas idéias são freqüentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.
E a matéria que está hoje em Terra Magazine:
Sigmund Freud completa 150 anos neste sábado, 6 de maio. Contestados, adorados ou deturpados, Freud e seu vocabulário estão mais atuais do que nunca, mesmo que muitas de suas teorias sejam hoje consideradas peças de museu.O resto do sábado está praticamente estruturado: agora vou fazer o trabalho sobre o genial Mário Quintana, depois tenho que acabar minha lição do inglês. Mais tarde tem sessão individual com King Kong -- o novo, dirigido pelo Peter Jackson (o mesmo de O Senhor dos Anéis), e tem também Todo Mundo em Pânico na Globo, e depois no Altas Horas tem Fernanda Lima, Marjorie Estiano e outras coisas mais.
Em tempos de Big Brother e Ídolos, nunca se fez tanto uso - consciente ou não - de conceitos como o de narcisismo, exibicionismo e sadomasoquismo, para não falar em perversões e ansiedades, criados ou investigados pelo austríaco. Procure Sigmund Freud no Google, e prepare-se para mais de 11 milhões de resultados.
Ainda tão presente, Freud teria até uma frase pronta para a porção violenta dos torcedores do Corinthians: "Da mesma forma que existe um homem primitivo em cada individuo, existe uma horda primitiva em cada grupo" (1921).
Mas por enquanto é só.
