Pesadelo chega ao fim: Xanddy e Carla Perez reatam
por Márcio Alemão, em Terra Magazine
A semana passada me marcou demais. No dia 18, eu e o Brasil recebemos com inefável dor no coração a notícia da separação de Carla Perez e Xanddy.
As assessorias informavam que a decisão havia sido tomada após 4 dias de exaustivas e, imagino eu, dolorosas conversas. Ou seja: não podemos dizer que foi algo impensado.
Todavia, 4 dias depois o pesadelo chegou ao fim.
No dia 22, Xanddy, que sentiu muito a falta da família durante todo esse período que esteve longe, afastado, voltou.
Soubemos no dia 23, quando Carla Perez, no programa Domingo Legal, no momento mais emocionante da semana, disse: "Eu disse a ele que o amo muito, coloquei a mão em seu coração e orei. Xanddy começou a chorar, disse que sentia falta da família, que a família vinha em primeiro lugar, e deciciu voltar para casa."
Eu e o Brasil suspiramos aliviados. Mas uma questão numerológica ficou me perturbando. Vamos pensar juntos: durante 4 dias eles discutiram a relação. Depois de 4 dias Xanddy voltou. Voltou no dia 22, 2+2=4. Saiu no dia 18, que é 4x4 + 2; 2 que é a metade de quatro. Some as sílabas de Carla Perez e seus filhos Camilly Victoria e Victor Alexandre. Ficou arrepiado como eu? São 16 sílabas: 4x4.
Meu conselho ao casal: fiquem de olho nesse número.
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Muito curioso o programa Ver par Crer, no SBT, apresentado por Cesar Filho e Celso Portiolli. São rápidas e interessantíssimas matérias internacionais. Por exemplo, um sujeito que faz esculturas enormes de grandes monumentos como a Torre Eiffell, o Coliseu de Roma, a Ponte do Brooklin, só com palitos de dentes. Milhões de palitos coladinhos, encaixadinhos. É o tipo de matéria que prende o telespectador. Mas o mais interessante no Ver para Crer são os correspondentes internacionais que sempre nos acrescentam informações preciosas a respeito do assunto que está sendo apresentado. E por serem internacionais, eles estão dublados. Isso é muito original. Só vendo para crer.
E na quarta-feira, dia 26 de abril, a bela e polêmica Luciana Gimenez levou ao Super Pop um rapaz que fora eliminado do programa Ídolos, do SBT.
Imaginei que fosse um bom cantor e que Luciana iria mostrar ao Brasil que os jurados do Ídolos haviam cometido uma enorme injustiça. O rapaz cantou. De fato não era nenhum Orlando Silva e foi, mais uma vez, massacrado pelos "jurados" do Super Pop. Fiquei confuso. Seria esse um novo quadro chamado "batendo em morto"?
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Ótimo momento para sacar que o humor de alto nível dispensa a escatologia, o palavreado chulo e a exposição de pessoas em situações constrangedoras.
Depois dessa, o que dizer? Precisamos realmente rever nossa programação televisiva. Falando nisso, tem promoção no site da MTV que te leva ao show de gravação do álbum MTV Ao Vivo CPM 22. Bom? Parece até que tu clica em "leia o regulamento" e descobre que eles só pagam um par de ingressos mesmo, porque a passagem pra Sampa é por conta do sortudo -- ou quase sortudo. Por essa não esperava, então resolvi abandonar meu sonho de ver um show do CPM de graça (ainda mais num MTV Ao Vivo, só com sucessos), ainda numa viagem interestadual etc e tal. E esperar que eles estejam no Planeta 2007 que, se Deus quiser (e Ele vai querer, ah se vai!), eu pretendo muito, mas muito mesmo, prestigiar e me divertir.
Outras coisas para falar estavam sim aqui por perto, mas elas fugiram sem que eu me ligasse e agora só me resta mesmo dizer "brigado, tchau". Mas não posso deixar de lembrar do pequenino micaço meu e da Lela hoje de manhã, que vergonha -- não entrarei em detalhes. Ah, e o Site do Funxo que tinha tudo para voltar daqui exatamente 10 dias está meio de lado, devido às outras tantas coisas que estão na minha agenda, acompanhadas de um "!" enorme.
Fui dormir.
