terça-feira, 23 de outubro de 2007

"Raindrops Keep Falling On My Head" versão trash

Num tempo reservado especialmente pra ficar de bobeira na net, encontrei um vídeo do B.J. Thomas cantando a conhecida canção "Raindrops Keep Falling On My Head" no que parece ser um programa de auditório. O vídeo data de 1970.

Pra esse tipo de coisa eu sou meio fanático, vídeos antigos que eram "o grau" na época e agora podem ser explicitamente classificados de trash, afinal, repara naquele cenário super elaborado; ou nas chiquititas dançando com o guarda-chuva. Melhor: saca a coreografia.
Eu pensava que tinha problemas em ficar de pé sem nada nas mãos - muita vergonha. Mas o Mr. Thomas tá completamente perdido, sem falar na cara de sono e na roupa da hora. Podiam pelo menos ter dado um microfone pra ele, só pra fingir um pouco o Fábio Jr.
Porém, nada se compara ao clímax - ao momento em que eu decidi colocar esse vídeo aqui -, o salto de tecnologia da época: aquela nuvenzinha pairando sobre a atração principal e, sim, chuva! Por conseqüencia veio o cabelo lambido à la emo, as orelhas à la elfo, e a cara de "viu só?! ninguém merece" que ele fez.
Coisas assim a gente não vê no TeleTon.

sábado, 20 de outubro de 2007

Músicas para o sábado à noite

Todo mundo vai ter que concordar comigo: músicas são muito mais do que o principal ingrediente pra muitas emoções, elas fazem o nosso humor, fazem a festa, fazem o momento. Pensando nisso, fiz uma lista de dez músicas pra fazer do sábado à noite "aquela" festa, com direito a pular e erguer as mãos.
  1. Sábado à noite: pode ser uma coisa meio idiota, ou cruelmente óbvia, mas enquanto tu tá se arrumando e saindo, no carro ou na calçada, Cidade Negra diz: todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite/ bem no fundo todo quer zoar/ todo mundo mundo sonha em ter uma vida boa/ sábado à noite tudo pode mudar.
  2. Girassóis: enquanto vai encontrando a galera, Cidadão Quem dá o tom pra cumprimentar todo mundo, achar a guria, comer alguma porcaria, comprar um ice ou uma caipirinha no barzinho e se preparar com a turma.
  3. Beautiful Girls: o guri de apenas 17 anos da cena hip-hop que chegou ao topo das paradas sem nunca mencionar um palavrão em suas músicas, Sean Kingston, canta damn all this beautiful girls e o pessoal vai vendo o pessoal.
  4. The sweet scape: tá todo mundo meio perdido, até que começa essa música! Enquanto o copo vai passando pela roda, Gwen Stefani e Akon ganham um super-coro na hora do yuuuhouuu. Sem falar que a gente sempre lembra celulares tocando.
  5. Indecisão: aqui vale qualquer coisa: pop, rock, axé, mas tem que ser hit. É o momento que tá fervendo, todo mundo pra lá e pra cá. Ultimamente é o Seu Cuca quem tá fazendo a alegria.
  6. Medo de amar: se toca reggae, sempre toca essa música. Quer hora melhor pra despistar e dar uma volta?!
  7. Toca um samba aí: meu ponto fraco - samba/pagode. Pegaram um péssimo hábito de tocar pagode em festas, apesar que algumas músicas até são animadas e, se não, aproveita o tempo pra ir no banheiro ou no bar.
  8. Deixa isso pra lá: pra não citar qualquer funk, vamo colocar na lista essa releitura que o Lulu Santos fez e tá show de bola. E mais: todo mundo sabe a letra.
  9. Put your hands up 4 Detroit: não é simplesmente o tema do homem-aranha-gay, é aquela música que toca no alto da festa, toda a galera reunida e pulando ao som de uma das batidas mais felizes dos últimos anos.
  10. Vou deixar: pra terminar a noite, a galera já meio doida, bastante espaço pra dança, o sucesso do Skank pra pular, olhar nos olhos e cantar (porque a essa hora ninguém mais tá ouvindo - e falando - coisa com coisa). Já, terminando a lista, põe essa música pratocar no teu computador e dança, só não deixa de fazer teu sábado não valer à pena.
E eu, que simplesmente tô aqui na frente do PC, mudei um pouco minha trilha sonora. Se você, como eu, não tem nada muito interessante pra fazer, procura por aí o clip de tuas músicas preferidas. Diversão: solução sim.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

A palavra coringa

Meus planos eram outros para hoje, mas não pude deixar de passar esse post do Irmãos Brain adiante.

sábado, 13 de outubro de 2007

Talking 'bout my generation

Conhecendo tantas pessoas por aí, às vezes fico me perguntando que valores as "crianças do futuro" irão receber dos pais - nós, a minha geração.
Não por nada, mas não é qualquer adolescente que possui visões concretas em relação à responsabilidade de levar o mundo aidante daqui a alguns anos. Por favor, não pense que é filosofia gratuita, ou preocupação fraudulenta para, quem sabe, criar aqui um perfil de bom cidadão. Simplesmente abra os olhos e olhe ao redor.
Cada vez mais somos obrigados a acreditar que a ocasião faz o ladrão, engolindo todo o dia mentiras políticas e esperando que alguém seja punido com justiça. Isso não acontece, e ainda temos que aceitar lições de alguém que mal tem o ensino médio.
Sem falar nas pressõas da mídia que cria modas cada vez mais estúpidas, e pior: as pessoas acabam aceitando. Já dizia o Humberto Gessinger: "Eles querem te vender, eles querem te comprar". Perdemos valores, também no sentido literal.
A única esperança é que existam mais pessoas como algumas que conheço. Gente empenhada em melhorar suas vidas, em salvar o meio ambiente, em combater as drogas, essas coisas.
Sonhe com o melhor, pra começar. E enxergue.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Duas dicas muito interessantes

Simples, pra começar vi esse site no Irmãos Brain. A idéia foi muito boa, o resultado tá incrível.

Também tem novidade no Sedentário & Hiperativo: a coluna Dúvida Razoável, com o primeiro artigo.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Era uma vez uma gaveta

Hoje, sem querer, comecei a mexer em algumas gavetas e de repente me vi separando o lixo entulhado por lá havia alguns meses (ou anos, vá lá). Se tem uma coisa que me diverte mesmo, é dar uma arrumada no quarto e encher sacolas com coisas que já foram "úteis" um dia. Aquele tipo de papel, comprovante ou não, que a gente guarda pensando que vai precisar algum dia.
Acontece da gente poder precisar - assim, por acaso - de um fôlder "A Bienal é de graça" da Bienal do Mercosul de dois anos atrás; ou ainda alguns planos anuais de várias coisas que são sempre iguais; desenhos, impressões, piadas, mensagens, conversas de ICQ impressas... coisas muito interessantes.
Tá pensando onde afinal está a diversão? Simplesmente é legal rir do que já foi achado importante, daqueles textos ridículos recebidos por e-mail, do roteiro de um teatro apresentado na 8ª série. Estranhamente perturbador: isso tudo já foi vida! Aqueles velhos papos de mudanças, de evoluções, de deixar algumas idéias pra trás.
Mas quer saber?! Eu adoro guardar todo esse entulho! Daí, no futuro, quando eu estiver cansado do mundo, sei que tenho um pouco de vida antiga pra jogar fora - e isso me faz tão bem.

sábado, 6 de outubro de 2007

100 dias, 100 formas de ser

Você pode ser íntegro. Sonolento. Você pode ser extremamente crítico. Ser do tipo sempre arrependido. Você pode ser cinéfilo. Abandonado. Calado. Excluído. Festeiro. Otimista. Você pode ser dos mais reconhecidos porque aquilo que você "previra" aconteceu. Ser trabalhador. Estudante. Você pode ser do tipo que planeja. Você pode ser bilíngue. Pode ser protagonista de uma história cheia de voltas.
Você pode ser daqueles difíceis de agradar. Você pode ser falso. Pode ser amigo. Inteligente. Sonhador. Você pode ser atleta. Fraco. Pode ser de família. Você pode ser inovador.
Pode ser do tipo que gasta seu dinheiro num domingo à tarde. Ser de humor chuvoso. Ser fugitivo. Engravatado. Pode ser verde. Músico. Musical. Organizado. Louco. Pode ser importado. Ou importante. Ou imprevisível. você pode ser perfeccionista. Bem-humorado. Inseguro. Idiota. Melhor ser for idiota nas horas certas. Comunicativo. Fofoqueiro. Pode ser encrenqueiro. Complicado. Complicador. Otimista. Correto. Grudento. Pode ser até um mala.
Incrível. Pretensioso. Festeiro. Convencido. Pode ser um coitado. Ser grande. Ser gordo.Ou ser grande de espírito. Você pode ser tagarela. Depressivo. Confuso. Irritante. Escroque. Generoso. Bem-sucedido. Escondido. Rural. Urbano até o sangue. Completo. Você pode ser (haha) cliente completo. Ou só cliente. Pode ser fã. Fã de verdade. Ou fã sem vergonha de ser.
Fotógrafo. Professor. Bobagento. Irmão. Diretor. Parceiro. Exigente. Fresco. Blogmaníaco. Planejador. Preocupado. Pode ser repetitivo. Envergonhado. Medroso. Trabalhador. Necessitado. Você pode ser daqueles que ficam o domingo todo sem voz, além daquela cara de sono. Pode ser apaixonado por desenho animado. Sociável. Bêbado. Difícil. Pode ser de férias permanentes.
Você pode ser tudo. Pode ser você, simplesmente. Mas você deve ser feliz.

Este texto começou a ser escrito no dia 22/02/2007, às 0h55min, como idéia num momento escasso de criativadade. Agora foi resgatado dos rascunhos, revisado e publicado. Cada item não é mero acaso, todos são grandes perfis de cada dia, que encontrei em mim e nas pessoas vida afora.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Lula em uma de suas visitas

Por isso que adoro os Irmãos Brain.