segunda-feira, 31 de março de 2008

Top 20 suéters da cultura pop

A revista Entertainment Weekly elegeu vinte "melhores" suéters da cultura pop. Tem aqueles da Sra. Weasley, tem do filme Bridget Jones, tem vários.

Pode ver a galeria aqui.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Meu ídolo Lula

Marcelo Min/Fotogarrafa Meus amigos, se por acaso entrarem neste blog hoje, vão pensar que digitarem o endereço errado.

Hoje fiquei pensando muito no nosso presidente e  confes so que ele despertou minha admiração. Não tanto quanto Tim Burton, Arnaldo Jabor, Paulo Santana, Ana Paula Padrão ou Ivete Sangalo. Mas o cara é digno de algumas páginas nos próximos livros de história.

Ontem à noite, enquanto estava assistindo no Jornal da Globo uma reportagem em que o Lula gritava aos quatro ventos um discurso altamente moral em homenagem a Severino Cavalcanti, foi que percebi o valor do nosso presidente.

No mensalão, quando foi denunciado que os deputados recebiam dinheiro para apoiar os projetos do governo - e só cego não viu todo o esquema montado que foi revelado no desenrolar das CPIs -, nosso presidente disse que não sabia de nada. E ficou por isso. Eu ouvi, acredite, "ainda bem que é o Lula, que desse jeito ficamos sabendo". Bom, os companheiros de quadrilha do presidente que foram prestar depoimentos nas reuniões tinham não podiam mentir, mas tinham o direito de não responder. E alguém ainda disse sem negar: "tem provas? não? então não sou culpado". Resultado: a popularidade do Lulinha subiu.

Então vieram outras coisas. Outros discursos ridículos, inacreditáveis, patéticos, burros como quem os falava. Eram recebidos com aplausos. O presidente foi eleito pelo povão como o pai do país, o pai dos pobres. E a mídia começou a ficar receosa perante a tudo isso.as-qualidades-do-lula

A última grande frase que ouvi e fiquei extremamente indignado foi no calor dos cartões corporativos. O presidente falava da ministra Matilde Ribeiro, da pequena falha administrativa que ela cometeu. No melhor tom "isso acontece com qualquer um... vocês sabem, vocês são brasileiros...".

E já leram a notícia de hoje? "Bush, meu filho, resolve tua crise", diz Lula e Avaliação positiva do governo Lula atinge maior nível desde 2003, diz CNI/Ibope.  (Desde quando presidente chama outro presidente de "filho"?? Isso é conversa de vizinha?)

Poxa, que poder o Luís Inácio Lula da Silva tem. Bah, mas ele merece né. Ele sempre lutou pelos direitos dos oprimidos. E a família, cara; a família... vocês lembram que a primeira esposa dele morreu? Sempre chorava naquelas propagandas políticas. Mais o que me comove é como um homem pé no chão, do povo mesmo, sem estudo, consegue chegar até lá e mover multidões.

O Lula é uma vergonha e ainda é nosso presidente.

Aproveitando a deixa, dá uma olhada nesses dois posts: A velha nova consciência e Entrevista com Brasilóide.

terça-feira, 25 de março de 2008

Rafinha ganha e BBB consagra sucesso

0,,14307229-NDP,00 Não lembro a última edição do Big Brother Brasil que deu tanto o que falar quanto esta última. Confesso que acompenhei muito pouco - mas muito pouco mesmo - todo o desenrolar do jogo, mas tinha meus favoritos: Natália, a gaúcha linda e gremista (e quase minha vizinha!), e o Rafinha que achei bacana desde aquelas primeiras vezes que assisti.

E não digo isso agora que ele ganhou, já tinha afirmado minhas escolhas faz algumas semanas. Mas somente nestes últimos dias fiquei sabendo da sorte que o guri tem. Ganhou computadores, carros, moto e entrou na casa "por acaso" - como dia o Bial: "substituto do substituto de um selecionado". Sorte mesmo, principalmente levando-se em conta que ganhou 1 milhão de reais por uma diferença de 0,15%.

Como não assisti aos programas, não sei dizer o que atraiu tanto o público e a mídia para esta edição em especial. Mas acho que foi a complexidade de casos e emoções envolvidos. Por exemplo, todos viram muitas vezes o médico Marcelo se fazendo de vítima, muitas vezes até usando sua opção sexual como desculpa. Só que a mídia nem chegou perto de qualquer comentário.

Bom, vamos levar em conta que o acontece por lá é real; não há marmelada nenhuma em nenhum momento. Daí dá pra dizer que o jogo tem emoção. Mas com marmelada ou não, os participantes são colocados ao limite durante o jogo e isso não posso negar.

Hoje, na última meia hora de programa, quando sentei na frente da TV, fiquei pensando em como um programa desses faz bem para algumas pessoas: simplesmente você esquece o mundo lá fora OU analisa friamente aquelas atitudes e abraços e beijinhos e faz uma cruel relação com a sua realidade.

De qualquer forma, a coisa que me deixou mais realizado, além da vitória do Rafinha e de ver a Pitty na TV, foi o ganhador quase nem dar bola pra sua concorrente ao saber do prêmio, sair correndo e gritar "eu tô rico, eu tô ricooo". Não sei por que, mas soou como um deboche pra mim.

A Globo.com simplesmente foi derrubada pela quantidade de votos da noite: 75.637 mihões. Claro que esses 75 milhões não foram todos pela internet, metade disso - pra ser otimista - foi por SMS e telefone. Com o preço da ligação a mais ou menos 30 centavos, isso soma R$ 11.345.550,00. Desse valor, no mínimo metade é da Rede Globo. Nada mal pensando que ainda tem os patrocinadores normais do programa, os anunciantes de hoje, os anúncios no site do BBB. Bom, o Rafinha tá rico, a Globo tá um pouco mais. E o povo?

Imagino quanta gente não compra um jornal pra saber os rumos políticos e econômicos do país e faz dez ligações pra pagar alguém que nunca vai ver na vida. Sim, esse discurso já é velho. Mas pensa só?! Com certeza, algumas pessoas vão dormir muito felizes hoje.

Ah, e já foi declarado BBB9. Não é de hoje que o reality show virou a atração televisiva do verão. E parece que vai continuar assim, ou o Boninho vai levar adiante a idéia de fazer um com pessoas famosas... Isso me lembra alguma coisa.

E uma última: o Rafinha disse "obrigado Brasil"??

segunda-feira, 24 de março de 2008

Conceitos da vida 2.0

Novos lugares, novas pessoas, novas responsabilidades, novos pensamentos, novas promessas. Pensando em tanta novidade, resolvi listar as coisas que quero fazer acontecer agora que tenho (pelo menos por uns meses) um estímulo extra: tempo de mudança.

Linhas que eu poderia guardar pra mim, se fossem de interesse exclusivamente pessoal. Mas todo o dia pessoas começam uma vida nova. Assim, a vida 2.0 não é só de quem está longe de tudo que era habitual, é também daqueles que se preocupam com o meio ambiente, querem viver melhor com os outros, e ainda têm tempo para ficarem conectados ao mundo.

Onde quer que você esteja, se ninguém te disse ainda, eu digo: estamos vivendo um tempo de mudança. Aquecimento global não é apenas um jargão, é um estímulo para abrir os olhos. E junto com ele tem abalos políticos, crises de violência, fome e falta de água.

Não, não é o apocalipse! É só um daqueles dias em que você acorda com uma vontade imensa de mudar o mundo; e começa a fazer do seu jeito. Pensando em como podemos mudar nossa vida e nossa forma de viver, destaquei algumas das coisas que estou tornando lei pessoal, mas que outros podem aproveitar.

Inicie um novo tempo você também, aqui vai algumas dicas.

Fazer muito hoje não exclui fazer pouco amanhã: quem nunca ouviu aquela do "se todo mundo fizer a sua parte, por menos que seja, conseguiremos mudar o rumo das coisas". Bom, devemos fazer a nossa parte SEMPRE. Passar um dia trabalhando em campanhas ambientais não libera você de chamar um amigo que colocou um papel no chão. Muito ou pouco, a idéia é estar sempre trabalhando.

Não compre CD piratas: o grande apelo das gravadoras é pela economia. O meu é ético: você trabalha, você recebe. Tudo bem que o preço dos discos é altíssimo, mas isso não é desculpa para parar na esquina e comprar uma sacola de piratões, incentivando o comércio ilegal, prejudicando a sociedade e se sujando num crime.

sexta-feira, 21 de março de 2008

10 000 AC

Pôster do filme Na última quarta-feira fui ao cinema assistir o novo filme do diretor de O Dia Depois de Amanhã e Independence Day: 10 000 AC. O filme se passa ainda quando os mamutes circulavam por aí e os humanos viviam em tribos isoladas - adivinha: a 10 mil anos antes de Cristo.

Estava totalmente indiferente a este longa; mal vi o trailer e não li nada em nenhum lugar. A produção é grandiosa, a história parece se enrolar em algumas partes, mas o entretenimento valeu à pena. É um ótimo filme para ver com a família, comendo pipoca e pode até ser conversando. Nada de discussões polêmicas, sentimentos ou retratos mais profundos. Você assiste pra esquecer as coisas lá fora, e se impressiona.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Just love

Encontrei esse vídeo no canal de animações do WeShow. O método não é novo, mas a originalidade me ganhou. Dá só uma olhada em "It's only love".

Pra quem não sabe, o WeShow é um portal que seleciona o que há de melhor no conteúdo de grandes portais de vídeo, como o YouTube, o Google Vídeos, o MySpace, o Dailymotion e por aí vai. O que vale à pena é que lá a gente só encontra coisa de verdade, oficial, boa e bem classificada.

Nenhum de Nós

Não sei dizer quantos anos fazem que conheço o trabalho de Nenhum de Nós, mas posso dizer com certeza que meu interesse pelas músicas deles começou a partir do Acústico Ao Vivo 2 - um álbum marcado por melodias e arranjos únicos.

A partir daí, sempre ligado nos discos novos; que até agora foram apenas dois, sendo o último um show reunindo os maiores sucessos da banda. Esse, aliás, é o disco da mais recente turnê, que eu pude assistir no último sábado, na Destilaria.

É incrível como a galera que vai nos shows conhece as músicas, vive essas letras e canta como se não existisse mais mundo além daqueles metros quadrados. Eu estava assim.

Nenhum de Nós foi ótimo. A maneira como Thedy Corrêa - o líder da banda - conduziu aquela uma hora e meia de grandes sucessos. Cumplicidade com o fã (ou com o mero espectador), e um papo que nos faz sentir em casa.

Porém, o melhor mesmo foi uma a seqüência "Você vai lembrar de mim", "Paz e amor" e "Vou deixar que você se vá". Três das cinco músicas que eu mais gosto do repertório. Foram dez minutos que por mim teriam valido pelo show inteiro. Como não foi só isso, acabei ficando mais do que satisfeito quando, ao final, eles tocaram Papas da Língua e "Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rollings Stones". Superou as expectativas.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Bem-vindo a uma nova vida

Finalmente estou abrindo mais uma temporada: novo nome, novas cores, novos temas. O autor continua o mesmo, o endereço continua o mesmo, o feed mudou (olha mais no final da página).

Vida 2.0 é um novo estilo, uma nova aventura. São coisas novas para ver, gente nova, pensamentos novos, lugares novos. E uma sintonia única para estar por aí e estar feliz.

A partir de hoje, além de tudo o que já tinha por aqui, tem um pouco mais: histórias, atualizações, podcasts... tudo isso no seu tempo - planos existem.

Faça da sua vida também uma vida nova. Comece agora.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Sweeney Todd

A janta que espere cinco minutos. Cheguei agora e tenho que aproveitar enquanto Sweeney Todd: o barbeiro demoníaco da rua Fleet ainda está "fresco".HFX-Movies-Todd700

Não tenha dúvida, se Warner e Dreamworks se juntam e colocam Tim Burton na tela, simplicidade e banalidade não é. Realmente, não tem como uma produção destas passar despercebida.

Vencedor do Oscar de Direção de Arte, o filme tem uma fotografia e um ar incrível. A forma como Londres é retratada logo de início dá uns calafrios, mas não é nada comparado às cenas nojentas que se seguem quando Johnny Depp começa a decapitar seus clientes.

Mas isso ainda nem é o ponto principal. O filme é um musical. Então as pessoas não falam, elas cantam toda hora; e falam tanto quanto deveriam estar cantando. Às vezes o fato de transformar tudo numa enorme canção irrita um pouco - mas a gente acostuma.

E o que dizer de Alan Rickman, pra mim o eterno Prof Severo Snape. Seu jeito sutil de encaixar pequenos detalhes para compor o personagem foi uma das minhas coisas preferidas no filme.

Porém, depois de tantos assassinatos - e mesmo de um longa tão cheio aos olhos - eu acabei ficando meio infeliz. Você tá assistindo e o filme terminou, sem nenhum aviso, sem nenhum depois. E daí desperta um pouco da dor ao ver tantos personagens morrendo pra virarem tortas.

Não tenho, afinal, uma opinião clara. Eu gosto de Tim Burton e de seu humor negro, gostei do filme, das músicas, da cena onde eles avaliam as pessoas da rua em sabores... Mas pra quem não estava esperando algo meio sensacional, bom, eu ainda estou esperando.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Passado

Eu só queria voltar no tempo pra corrigir todos os meus erros

Eu só queria te dizer onde estive aqueles dias

Eu só queria te dizer mas não podia

quarta-feira, 5 de março de 2008

Skank + MTV, de novo

Nunca vou esquecer quando comprei MTV Ao Vivo Skank em Ouro Preto, meu primeiro CD "de verdade". Foi um dos primeiros contatos efetivos com o pop/rock nacional - e gostei de cara. Conhecia um pouco de Skank já, mas aquele álbum marcou e hoje sou um grande fã da banda. Por acaso, tava no blog da 99 UPF e vi a notícia: Skank tá trabalhando no disco novo. Até aí tudo bem.
Outro dia estava mesmo pensando como seria um projeto acústico dos mineiros, no melhor estilo Acústico MTV - os programas mais incríveis, os sons mais legais. E não é que a previsão para 2010 é um Skank Acústico MTV?! Até o final do ano está previsto o lançamento do novo álbum, que vai ficar em turnê até o final de 2009, depois vem o projeto com a MTV. Já to me candidatando pra assistir às gravações.

domingo, 2 de março de 2008

Dias pra cá

Tá doendo não me dedicar a isto aqui nem ler os blogs que gosto tanto, mas estar fora de casa - ou numa casa nova, vá lá - não é tããão simples quanto parece; e entre as não-simplicidades está a instalação da net nova.
Mas não é perda total: se eu não trabalho on-line, pelo menos minha cabeça continua inventando algumas coisas que vou começar a trabalhar em breve e serão o futuro desde humilde blog.
Por hora, faço aquele discurso irritante de sempre: voltarei de verdade, sem demora.