O que interessa mesmo aqui é a campanha que está ganhando popularidade na web, chama-se Nariz de Palhaço. A idéia é simples: no dia 1º de outubro, vá às urnas usando um nariz de palhaço. Protesto, deboche, brincadeira, qualquer coisa. O melhor seria usar a cabeça para decidir qual o melhor candidato, ao invés de falar aos quatro ventos que nenhum deles presta. Porém, a idéia até que não é má. Eu, como ainda não voto, iria adorar ver, literalmente, um bando de palhaçõs na rua; seria muito divertido. No site www.narizdepalhaco.com.br tem os argumentos, os materiais de apoio, os kits de palhaço e uma lista de quem você não deve votar (essa valeu, fiz cópias).
Eu, particularmente, já venho fazendo minha anti-campanha há alguns meses. E é muito mais barato, discreto, sutil e inteligente do que uma bola vermelha na cara. Também é exclusiva e encaixa perfeitamente como papel de parede no celular e como imagem de exibição no MSN, além de ficar super original no orkut. (That's cultura inútil!)


Mudando de assunto, em mais uma visita diária ao YouTube, encontrei um clip peculiar. Como eu gosto de uma boa história, aproveito para falar do motivo de ter sido tão atraído.
Acontece que em uma dessas passagens pelo submundo dos downloads na internet eu baixei algumas nostálgicas músicas para relembrar grandes momentos do passado. E não falo de sucessos da década de 70. São típicos clássicos dos anos 90: Spice Girls, Ricky Martin, Shakira, e tantos outros astros pop que sumiram tão rápido quanto apareceram -- salvo Shakira, que está mais bela e agradável do que nunca.
E como músicas antigas embalam festas. Nesses encontros de sábado com os amigos, sempre havia alguma que tinha que ser obrigatoriamente executada, e ríamos, lembrávamos e nos divertíamos. Música velha faz bem.
Para celebrar o quão inesquecível é o passado, tem esse vídeo. É uma edição com grandes claquetes cinematográficos, personagens que deixaram sua marca numa época, ou em todas pelo qual passaram. Tudo isso ao som de Livin' La Vida Loca, uma típica canção do deplorável pop de vendagem da década passada com mais um protagonista homem rebolando no esquecimento. Talvez isso sim seja cultura inútil, mas vale a pena ver de novo pela primeira vez.
