quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Turbilhão 2

É tempo que não passo por aqui dar uma palavra, mas fazer o quê?! Ultimamente tenho só trabalhado ou estudado (ou saído de casa) e não sobrou mais tempo para escrever. Contudo, não há muito a passar para estas linhas, o que deixa claro a incrível crise antecipada que, eu confesso e admito, o vestibular - ou seria o futuro da minha vida? - está me fazendo passar; e mais: vem Enem por aí.
Shut your eyes and think somewhere.
Como desesperado que estou e, diga-se de passagem, no limite das cópias de notícias, posts de outros blogs, músicas etc etc etc; resolvi voltar à escrita dos velhos tempos. Não estou falando das pedras e paredes, muito menos de Machado de Assis (que Deus o tenha!), mas sim de pensar e pensar e pensar e escrever sem dizer nada. Ou seja, matar o tempo.
É pra lá que eu vou, pra onde tenha sol...
Anda circulando por aí um e-mail de uma crônica do Arnaldo Jabor que fala do brasileiro. O texto é um verdadeiro pisão nos calos cheio de deboche, que ressalta, entre outras coisas, o orgulho brasileiro de passar os outros pra trás, sem se dar conta que o governo faz isso com nós o tempo todo. Da mesma forma consola: mas isso não importa, afinal, somos campeões do mundo, né?
Mas você lembra? Você vai lembrar de mim... que o nosso amor valeu à pena.
No embalo do bom brasileiro, que que foi aquele discurso dos "seres perfeitos" escrito, produzido, dirigido e consagrado pelo presidente Lula? Será que ninguém tem coragem de mostrar esse tipo de imagens pra ele se ligar do que anda falando? Pra mim, "não ser atingido" por vaias é mais expressado quando não se fala nada sobre o assunto. Aquilo dos dois ouvidos soou muito artificial, e até meio humorístico, considerando-se que ele nem é tão perfeito assim: falta um dedo.
Eu vou à cidade, hoje à tarde, tomar um chá de realidade e aventura, porque eu quero ir pra rua (...)
Enquanto isso, no lustre do castelo planos e planos são feitos para este humilde quarto, pensando-se que três anos escrevendo em blog é tempo de sobra pra se admitir ter algumas frescuras.
E todas as músicas de amor que eu fiz, eu fiz pra você.
Cabeça cheia, e ainda tenho prova(s). Minhas últimas férias de julho da escola já se foram...