terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Novas caras da música

Bom, hoje decidi escrever (e mostrar) um pouco da nova geração da música pop, e rock que pode ser considerado pop. Algumas delas eu conheço há meses, antes de começaram a tocar no Brasil, mas que ainda fazem pouco sucesso por aqui; outras eu conheci agora e to no início da pesquisa pelo trabalho. Let's...
A primeira é uma banda mexicana, e dá pra dizer que não é tão nova geração assim. Formada em 1998, têm cinco integrantes e já se apresentou no Brasil no Tim Festival. Foi num especial do Tim Festival na Globo que eu conheci o som dos caras -- rock misturado com ritmos latinos -- e me liguei na hora Hoje, eu sou a única pessoa que eu conheço que conhece Kinky de verdade. Para os mais leigos, dessa banda eu coloco dois clips:
Presidente

Cornman


Panic! At the disco já tem umas duas músicas rodando no Brasil. Eu comecei a ouvir ainda ano passado, mas, pra variar, ninguém confia em mim quando eu digo que ainda vamos ouvir "isso" muito. A banda de Las Vegas mescla pop punk, indie rock, emo, música eletrônica e dance nas suas canções. O primeiro trabalho:
I Write Sins Not Tragedies


Lily Allen
é uma jovem britânica compositora do grupo dos "independentes". Sua primeira música de trabalho, o hit Smile chegou ao topo das paradas britânicas em julho de 2006, tornando-se o hit do verão europeu. A letra surgiu depois que Lily levou um fora do namorado -- coitado, tá pior que "Renata ingrata...".
Smile


A mais recente que ouvi foi Scissor Sisters. Uma banda um tanto nostálgica, porque, apesar de ser recente, tem muito do ritmo, das coreografias, das letras, e até do figurino dos anos 80. Bom, eles estão na hora de fazer sucesso, se é assim; anos 80 tá em alta. Parecem todos "mais pra lá", mas o som é legal.
I Don't Feel Like Dancin'